

Aritgo publicado na
revista do X Encontro Goiano Da Abordagem Gestáltica.
Marcos José Muller-Granzotto[2]
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Resumo:
Este artigo se propõe um estudo sobre a origem e modos de
utilização do termo gestalt junto às escolas filosóficas e psicológicas do
final do século XIX e início do século XX. Interessa, particularmente, os
projetos teóricos de Franz Brentano, Edmund Husserl, bem como a repercussão
deles junto às investigações promovidas pelos psicólogos da forma, tanto da
primeira, quanto da segunda geração. Nosso propósito é estabelecer as bases
desde onde possamos compreender em que sentido a Gestalt Terapia pode estabelecer
um uso fenomenológico do conceito de gestalt.
[1] Artigo publicado na Revista do X Encontro Goiano da Abordagem Gestáltica, Número 10, 2004.
[2] Doutor em Filosofia, professor do programa de pós-graduação em filosofia e literatura da UFSC (Florianópolis, SC) – mjmuller@cfh.ufsc.br
[3] Psicóloga clínica, gestalt terapeuta, mestranda em filosofia (UFSC), diretora do Instituto Gestalten (SC) – ro@gestalten.com.br