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 IGT na Rede > Vol. 5, N° 9 (2008) ISSN: 1807-2526 

ARTIGO

Violência Conjugal: uma breve reflexão à luz da Gestalt-terapia

Marital violence: A brief reflection in light of Gestalt therapy

Maria de Fátima Scaffo

Faculdades Integradas Maria Thereza, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Endereço para correspondência


RESUMO

Este artigo é fruto da fase preliminar de pesquisa desenvolvida em espaço público e privado sobre o fenômeno violência conjugal. Fundamentada na Gestalt-terapia, visa levantar dados que favoreçam a discussão sobre a referida temática, instrumentalizando o psicoterapeuta para o conhecimento e posterior trabalho na diminuição e até mesmo erradicação da violência contra mulheres, a partir do desenvolvimento do auto-suporte e auto-sustentação nas vítimas desse tipo de violência.

Palavras-chave: Violência Conjugal; Mulher; Gestalt-terapia.


ABSTRACT

This paper is a result of the preliminary step of research wich was developed in public and environments about phenomenon of violence in marriage. Based on Gestalt-therapy, it aims at contributing to the formation of the psychotherapist in the job of decreasing and even elimination of violence against women, starting with the developing of self-support and self-sustainance on victims of the type of violence.

Keywords: Violence in marriage; Women; Gestalt-therapy.


Ao longo de mais de 20 anos atuando como gestalt-terapeuta, pude perceber que o ser humano anseia acima de tudo por contato genuíno desde o seu nascimento. Inicialmente com os adultos significativos que lhe apresentam o mundo e ao mundo, e posteriormente com os pares encontrados na trajetória existencial. A busca incessante pela valorização, confirmação de si mesmo, a respeitabilidade pela singularidade e acolhimento, são verbalizações recorrentes em quase todo percurso terapêutico das mulheres vítimas de violência conjugal. Percebi que essas demandas se tornam cada vez mais recorrentes nestas mulheres, as quais oscilam entre a esperança de que esses aspectos possam se concretizar num futuro próximo e o medo de que nunca os mesmos venham a ocorrer.

Entendo que para o psicoterapeuta atuar de forma mais eficaz em casos que envolvam questões de violência conjugal, é importante investigar de que forma estas ocorrem em cada uma das relações, por exemplo, de que forma surgem, o que sugerem, traduzem e, de que maneira se comportam os parceiros antes e depois da violência ter sido perpetrada.

Em função desta compreensão busquei, a partir das demandas trabalhadas no consultório, investigar o tema violência contra a mulher no âmbito conjugal. Atendendo mulheres vítimas de violência conjugal, percebi que dificuldade de contato foi algo sempre presente em suas vidas, lhes gerando sentimento de menor valia, dificuldades quanto à auto-sustentação e descrença na possibilidade de construir relações prazerosas, fraternas e igualitárias.

No trabalho como supervisora, fundamentado na abordagem Gestáltica, realizado no Serviço de Psicologia Aplicada das Faculdades Integradas Maria Thereza – SPA/FAMATh nos anos 2007 e 2008, o fenômeno violência conjugal também não passou despercebido, aguçando o interesse dos estagiários da disciplina Psicologia e Processos Clínicos, o que possibilitou o desenvolvimento de um projeto de pesquisa do Programa Institucional de Bolsas para Iniciação Científica (PIBIC/FAMATh) intitulado: A Carência Afetiva, Submissão e Autoviolência Feminina. Em fase inicial foi realizado um levantamento bibliográfico do qual foram destacamos as seguintes informações: A posição de desvalia e de assujeitamento, bem como a dependência econômica dos parceiros, são considerados motivos principais para a permanência da mulher em relações abusivas e violentas.

Porém, Hultz, Koller e Bandeira (1996), alertam que é a miséria afetiva associada à miséria econômica que afeta a capacidade de enfrentamento das pessoas às situações adversas que se impõem em seu cotidiano.

O movimento feminista dos anos 70, entre as várias questões, levantou principalmente a situação de subalternidade das mulheres no âmbito da história, dominada pelo pensamento masculino. A perspectiva vigente na época era dar voz às mulheres silenciadas pela opressão nas esferas pública e privada. A partir de então foram desenvolvidas várias articulações objetivando a crescente participação das mulheres em contextos político, econômico, social, cultural, como também maior respeitabilidade nas relações afetivas. Porém, ainda hoje, pese todas as mudanças ocorridas na condição feminina, de presença na força de trabalho e no mundo público, na esfera privada, mas especificamente nas relações conjugais as mulheres ainda têm dificuldade em se constituir enquanto sujeitos.

Já os pesquisadores De Souza, E; Baldwin, J. R. Rosa, F. H (2000), alertam para a questão da mulher não acumular poder, mas o reproduzir, não para ela mesma, mas para aqueles que de fato controlam o poder. Para estes autores, as pequenas parcelas de poder ou os pequenos poderes que lhes tocam e que lhes permitem romper, em alguns momentos ou circunstâncias, a supremacia masculina, são poderes tremendamente desiguais. Desta forma a subalternidade se torna determinante na posição e na condição feminina, fruto do seu papel de gênero, naturalizada socialmente através de instituições, da cultura, crenças, tradições, sistema educacional, leis civis, divisão sexual e social do trabalho, construindo mulheres e homens como sujeitos bipolares e assimétricos: masculino e feminino atrelados a uma relação de domínio e subjugação.

É interessante assinalar que, ainda na atualidade, a vulnerabilidade feminina persiste. A busca do parceiro que a complete, que lhe dê suporte afetivo, demonstra que a manutenção da idealização quanto à felicidade pessoal não avançou proporcionalmente como a aquisição de posições significativas, por exemplo, no âmbito público. Nas mulheres de hoje, segundo Narvaz e Koller (2004), ainda se percebe a influência da transmissão geracional dos papéis estereotipados de gênero, a pobreza e a falta de suporte social, entre outros, como fatores associados aos processos de submissão e assujeitamento das mulheres às violências sofridas. Para Narvaz e Koller (2004), as mulheres reescreveram pela transgeracionalidade do risco, não só sua história individual ou familiar, mas a história coletiva de subordinação das mulheres. Assujeitadas a ordem patriarcal e conseqüentemente ao estereótipo de frágeis e carentes, as mulheres enfrentaram múltiplas e diferentes barreiras para a construção de sua identidade com relativa autonomia. A concepção de que sua posição e condição eram de submissão ao poder masculino se perpetuou até os dias atuais, provocou dependência emocional e crença de que seu sucesso pessoal está atrelado à presença masculina em sua vida, mesmo quando a relação afetiva não é satisfatória e até mesmo violenta.

Já para Gregori (1993), esta condição feminina é reforçada pela definição do sexo, como elemento situado na esfera privada, território feminino também por definição, embora outra forma comum de expressão do caráter ambivalente da identidade sexual feminina seja a afirmação de que existem dois tipos de mulheres: as da rua e as de casa. Na medida em que a família é identificada como a principal instituição social, responsável pela transmissibilidade de crenças e valores e organizadora das relações, entre elas as sociais e sexuais entre os gêneros, podemos inferir que a ideologia patriarcal e a manutenção banalizada das desigualdades sociais ligadas ao gênero, por meio de reforço da dualidade entre masculino e feminino, têm importante papel no comportamento da mulher em abdicar de si mesma, colocar-se em segundo plano em relação ao homem, cederem às vontades do homem, serem as únicas a ter responsabilidade com os filhos, perceber a má qualidade da relação afetiva, ter consciência das incongruências próprio discurso e se autoviolentar para manter-se em “relação”.
Pesquisas realizadas pela Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Mulher (2004), referência na atenção psicossocial e jurídica a casos de violência e discriminação contra mulheres, apontam que 90% das mulheres expressam o sentimento de “enorme vazio e solidão” por não ter alguém a seu lado ou por ter alguém pelo qual não se sentem amparadas e nutridas psicologicamente.

Embora dando continuidade ao levantamento bibliográfico, optamos por informar as clientes tanto do consultório particular quanto as atendidas no SPA/FAMATh a realização da pesquisa em curso e o nosso interesse em entrevistá-las.

Apresentamos o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, o qual foi aceito e assinado por 25 mulheres que vivenciavam a questão da violência conjugal.

Cabe esclarecer que essas mulheres, sujeitos da pesquisa, tinham entre 24 e 56 anos, 10 delas com nível de escolaridade superior, 12 com nível médio de escolaridade e 3 com nível básico. Em relação ao nível sócio econômico, somente 14 eram independentes do cônjuge, sendo que todas as outras trabalhavam para complementação da renda familiar.

Cabe também informar que não foi considerada a religião professada por nenhuma delas.

Considero importante ressaltar que essa amostra não foi aleatória, pois foram convidadas a participar da pesquisa as mulheres já atendidas no consultório particular e no Serviço de Psicologia Aplicada – SPA/FAMATh.

Utilizamos como metodologia o estudo de caso com análise do discurso, através da qual encontramos as seguintes informações:
· Eu nunca tinha percebido tanta dor, tanta humilhação!
· Como eu pude viver assim por tanto tempo?
· Quando eu mesma deixei de me respeitar?
· Não dá mais pra me enganar, mas estou com medo.
· Tenho certeza de que ele vai melhorar...
· Acho que eu também sou responsável pelas agressões que ele me faz... Se eu não respondesse, se eu concordasse....
· Ele me trata com lixo, mas não sei o que fazer...
· Todo mundo me diz que isto vai acabar em morte. Um dia achei mesmo que ele ia me matar, porque ele não parava de me bater. Senti o corpo todo doendo...
· Ninguém quer me ajudar a convencê-lo de que ele está errado agindo assim. Meus parentes se afastaram e dizem que eu não tenho vergonha.
· Alguns dos poucos amigos que me restaram dizem que eu estou doente, por isso estou aqui.
· Me sinto muito mal, mas não sei fazer diferente, tenho medo de ficar sozinha e ele sabe disso. Então ainda fica me ameaçando de ir embora.
· Não tenho mais privacidade. Ele vasculha minha bolsa, tem todas as minhas senhas, tanto de banco quanto do computador. Ele diz que nem assim confia em mim.
· Sou forçada a andar na rua sem olhar para os lados e quando chego em casa ele pergunta se eu vi alguém e fica gritando que eu estava procurando homem.

Ao observar a dinâmica relacional descrita nos relatos das mulheres que influenciaram estas indagações, encontramos também comportamentos projetivos, plenos de idealizações, expectativas de mudanças no futuro e, conteúdos introjetivos quanto à condição feminina. Foi também discutido, a possibilidade desses conteúdos serem utilizados para justificar a “adequação” às situações, em que a crença na impotência para sair da situação já conhecida e buscar a auto-sustentação, e, portanto, o encontro consigo parecia totalmente inviável.

Também foi observado que as suas buscas estavam voltadas para a felicidade pessoal, através da complementação da presença masculina em sua vida. Esse padrão de conduta feminino, quanto às expectativas de relacionamento, incluem proteção, segurança, afeto duradouro, estabilidade na relação, formação de família, compreensão e fidelidade. Esses aspectos, presentes nos discursos citados acima, são acrescidos das queixas da falta de atenção e do não compartilhamento do parceiro de suas necessidades.

A imagem de um homem virtuoso, trabalhador, bem sucedido, amável, carinhoso, viril e atento às necessidades da mulher e da família figuram com grande freqüência nos discursos femininos, demonstrando uma concepção idealizada do par perfeito. Essa concepção de homem ideal: protetor, nutridor, amante apaixonado, companheiro, contrário à divisão rígida e tradicional dos papéis, prescritos pela ordem social, torna incessante a busca de complementaridade, como também torna a principal fonte geradora de grande frustração e insatisfação.

Buscando a Gestalt-terapia como suporte para nossas reflexões e desenvolvimento do trabalho psicoterapêutico, entendo que para auxiliar na transposição do abismo entre o antes e o depois, entre o agora e o lá e então, só é viável para o Gestalt-terapeuta que verdadeiramente acredita e vivencia os pressupostos filosóficos, bases dessa abordagem, dos quais aqui destaco: a capacidade do organismo se auto-regular, ou seja, se ajustar criativamente. É a sensibilidade de não julgar, não aconselhar, não dirigir, mas de acolher a dor sufocada, que precisa pedir licença à própria pessoa para emergir, para abrir espaços nas deflexões, ou seja, nos escapismos que objetivam o não perceber a situação dolorosa a que está submetido, que se torna possível à abertura de uma nova ligação consigo mesmo.

A manutenção deste mecanismo promove doenças orgânicas e psíquicas de diferentes ordens e pode levar à desistência de viver.

A escuta atenta aos relatos de clientes que desenvolvem este mecanismo, capta um sentimento de culpa e até mesmo da crença que tem total responsabilidade pelo infortúnio a que está sendo acometida. É perceptível para o gestalt-terapeuta, embora não seja claro para a pessoa nesta condição, a existência de enorme ambivalência que se polariza em impotência e onipotência, o que em alguns casos resulta numa outra crença: sendo submissa, suportando todas injunções que sofre poderá cessar, ou melhor, aplacar a ira, a falta de respeito e a violência praticada pelo outro. Esta concepção de si, do outro como também da relação promove uma estagnação, resultando na perda do limite das fronteiras de contato, o que vai se tornando cada vez mais figural, impedindo a pessoa de pensar e muito menos se arriscar a novas possibilidades, em especial, a de uma existência equilibrada, saudável e auto-sustentada.

“Restabelecer” a possibilidade de diálogo consigo, dar valência ao próprio sofrimento, materializá-lo através da percepção das feridas existentes, quer sejam físicas, morais e psíquicas é trabalho hercúleo para o partícipe deste processo: o terapeuta.

A propósito disto, já ouvi alguns clientes dizer: “Você acredita mais em mim do que eu mesma”. Dizendo isto não gostaria de deixar a impressão de que todos os casos foram coroados com êxito. Não! Algumas clientes apresentaram recaídas profundas, pois não conseguiram ultrapassar o tal abismo, em cujo percurso, a solidão, ansiedade e a incerteza são intensas. Estas voltaram à posição de submissão, agora mais perceptível, e conseqüentemente exigindo maior esforço para a negação da condição, o que produz mais autoviolência.

Por conseguinte, atendendo a formatação aprendida socialmente: antes mal acompanhadas do que sós, tornam-se assujeitadas, se submetendo a agressões físicas, morais e psíquicas. Alternado entre o vislumbre da possibilidade de reconfiguração da relação e contínuo insucesso, essas mulheres desenvolvem uma série de mecanismos para dar conta de tal empreitada. Um dos mecanismos identificados nesta pesquisa ainda em curso foi a retroflexão: mecanismo multifacetado que significa voltar contra si próprio a energia ou ação que seria dirigida a outrem. Essas mulheres apresentam um quadro de alteração nos estados de humor, na alimentação o que interfere no seu peso “ideal” e histórico de automedicação. Apresentam também baixo rendimento em suas atividades cotidianas e falta de paciência com os filhos. Vale ressaltar que a manutenção intensa e freqüente da retroflexão, compromete seus objetivos de equilíbrio e felicidade nos seus relacionamentos, levando-as em casos extremos à tentativa de auto-extermínio.

De acordo com Ponciano (1999), o conceito de equilíbrio supõe a existência de um estado de equilíbrio entre pessoa e meio. Quando esse equilíbrio falha, quando as fontes e as formas de contato não são saudáveis e nutritivas, emergem quase que paralelamente estratégias de sobrevivência cristalizadas, destituídas de sensibilidade, de criatividade, produzindo um modo de ser “coerente” com a história de cada um.

Para a Gestalt-terapia é fundamental que o ser humano conheça o mais profundamente possível a sua dinâmica psíquica e identifique a intencionalidade de suas ações. De acordo com McLeod (apud Ribeiro 2005), somos o contato que fazemos. Já Polster & Polster (1979), consideram que contato é o sangue vital do crescimento, o meio de modificação da pessoa e das experiências que ela tem do mundo. Para estes autores o contato envolve não somente o senso do próprio eu, mas também o senso de qualquer coisa que infrinja a fronteira de contato.

Ainda para Ribeiro (2005), somos uma permanente continuidade em mudança, somos equilíbrio e desequilíbrio, somos estabilidade e mudança, somos recolhimento e expansão e, em meio a toda essa variabilidade às vezes paradoxal, existe algo que nos mantém no ser, que nos permite reconhecer como sendo nós mesmos, ao longo do tempo. Porém, para que tal impermanência ocorra fluidamente, num constante processo onde as figuras que emergem retrocedam ao fundo verticalizadas, refletidas e, portanto silenciosas e não silenciadas, é de extrema importância perceber os papéis desempenhados, ou seja, condutas introjetadas pela legitimação da cultura e afins, com a percepção do que lhe é tóxico ou nutritivo. Acredita-se que a assunção destes níveis de consciência pode levar o indivíduo à implosão de crenças e idéias cristalizadas, automatizadas, o que em última análise o levaria à auto-sustentação, centralização e transcendência, entendida como elevação em termos de projetos existenciais para além dos interesses pessoais e interpessoais.

Pela crença nestas concepções Gestálticas, é possível arriscar afirmar que a fixidez perceptiva oriunda da absorção e manutenção de experiências passadas tem influenciado um percentual bastante significativo de mulheres, que mesmo bem sucedidas nos mais diferentes campos de sua vida ainda se mantém encapsuladas pelos padrões e exigências sociais arcaicas, desenvolvendo comportamentos obsoletos e, conseqüentemente respostas anacrônicas às situações contemporâneas.


REFERÊNCIAS

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Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Mulher (2004). Banco da Mulher. Acessado em 10/09/2007. Disponível em: http: www.bancodamulher.org.br


Endereço para correspondência:


Maria de Fátima Scaffo

e-mail: fatimascaffo@predialnet.com.br

Recebido em: 02 / 06 / 2008.
Revisado em: 25 / 09 / 2008
Aprovado em: 20 / 10 / 2008.





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